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Qual é o impacto da LGPD para o e-commerce?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi sancionada no Brasil em 2018, mas está vigente desde de 2020. Com isso, é natural que vários gestores ainda tenham dúvidas frequentes sobre a Lei que visa a segurança de dados dos consumidores.

O surgimento da LGPD é ser uma solução, em forma de Lei, para que os dados dos consumidores coletados de forma física ou, principalmente, digital sejam respeitados e utilizados apenas com o consentimento deles. De acordo com um estudo comandado pela Forbes, 90% dos dados do mundo foram gerados graças à evolução da tecnologia, da Inteligência Artificial e da internet.

Ou seja, cada vez mais estamos inseridos nesse mundo online, que exige de nós dados para a compreensão dos algoritmos da internet, já que eles funcionam segundo com o nosso perfil e preferências individuais.

Entretanto, ainda assim, os algoritmos nem sempre estão aliados com os consumidores para compras online, já que o seu funcionamento ainda é uma dúvida frequente, tanto entre as pessoas ativas na internet quanto entre os gestores dos negócios virtuais.

Para trazer mais transparência para ambos os lados, a LGPD esclarece quais são as exigências de segurança e de tratamento dos dados – desde a coleta até o manuseio e armazenamento deles – que devem ser adotadas a partir de agora. De forma resumida, a Lei imprime algumas responsabilidades às companhias, como, por exemplo: proteção à privacidade; padronização de normas; segurança jurídica;  e o fomento do desenvolvimento econômico e tecnológico das empresas.

Com mais de 1,3 milhões de sites de ecommerce em 2020, o Brasil deve apresentar um crescimento de 26% na operação em 2021, segundo a E-bit | Nielsen. O faturamento esperado é de R$ 110 milhões, com aumento de 16% dos pedidos e 9% do valor das vendas.

Diante desse cenário de expansão, o e-commerce é um dos negócios mais impactados pela Lei, uma vez que os sites lidam com os dados dos consumidores e precisam ter não apenas um sistema em conformidade, mas uma comunicação clara de todas as ferramentas utilizadas para a segurança dos usuários, para que não haja problemas com os vazamentos de dados e informações pessoais.

Dentre os impactos da LGPD, as principais mudanças para o e-commerce são:

  • Recomenda-se que o negócio online deixe claro aos usuários que os dados serão armazenados. Essa ação indica mais responsabilidade com o consumidor.
  • As empresas que prestam serviços a e-commerce também devem estar em conformidade com a Lei no que tange a relação com a segurança e ao backup.
  • As ações relacionadas ao marketing precisam ser repensadas, como o remarketing e os cookies, em que os usuários deverão permitir (ou não) o uso de seus dados.

Além desses tópicos, os quais requerem maior atenção no momento de desenvolver e realizar a manutenção diária de um site de vendas online, há também algumas dicas para adequar o e-commerce à LGPD.

4 dicas para ter um e-commerce em conformidade à LGPD?

  1. Faça a revisão interna de política de segurança e privacidade.
  2. Utilize tecnologias que invistam em proteção aos dados do cliente, como por exemplo; nuvem privada, criptografia de arquivos e data center.
  3. Seja transparente com o cliente em relação aos cookies, explicando o porquê estão sendo utilizados.
  4. Realize atualizações diárias sobre as normas da LGPD por parte dos gestores.

Realmente, não é uma tarefa simples adequar o seu negócio a LGPD. Por isso, a Apiecomm te traz mais informações práticas e aplicáveis, para que a sua loja online seja confiável e esteja em conformidade com a Lei.

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